Archive for the ‘Filosofia’ Category
O problema da educação dentro do Estado NEOLIBERAL “BRASILEIRO”.
Olá a todos os amigos que passam por este blog.
Hoje venho para escrever sobre a minha experiência como professor e o que pude perceber sobre a estrutura da escola que cada vez mais des – prepara o aluno para a batalha da vida.
Dia 29 de março de 2008, eu consegui algumas aulas nas escolas do Estado, as disciplinas eram Filosofia e Ensino Religioso para adultos e crianças de 10 à 13 anos, logo em seguida, consegui aulas de Sociologia para adolescentes de 17 à 21 anos. Foram quase 10 meses em sala de aula, antes com a perspectiva do aluno e agora com a perspectiva do professor, portanto, pretendo aqui demonstrar o que conseguir ver meio a tantas sombras que nos impede a visão total do problema que estou abordando, a educação no Brasil.
Quando aluno, eu me revoltava diariamente, pois sempre pensei estar do lado mais fraco do problema e, por isso, era muito rebelde na escola e, também, fora dela. Hoje, percebo que a opressão acontece na ordem decrescente: o Estado obriga as escolas a possuírem um índice de rendimento escolar fora dos padrões possíveis, os dirigentes das escolas obrigam aos professores e funcionários a cumprirem com esses planejamentos ao mesmo tempo em que o professor, através de uma metodologia instrumental que prioriza alunos que respondem melhor aos estímulos ordenados, oprime os alunos igualando a todos e faz com que muitos que se comportam de modos diferentes sejam eliminados deste sistema através da padronização do ensino. Já por parte dos pais, que pressionam os pedagogos e diretores a passar seu filho à próxima série, o mesmo acontece com o Estado que diminui verbas dadas as escolas, caso esta escola tenha um índice de reprovação muito alto. Esta é a rede de opressão que nos IMPÕE um caminho que não queremos e, todavia, as possibilidades de mudança são pouquíssimas.
Nas aulas de Sociologia, eu tentava de tudo para fazer com que os alunos compreendessem o contexto no qual vivem, mas no fim do ano ficou a impressão que quase não consegui dar conta do recado, e o que falei o ano todo em nada adiantou, parece que eu estava dando aulas para surdos, sempre que a sala estava quieta e olhando para mim, eu fazia uma pergunta ordinária e ninguém me respondia, batia um tremendo desanimo me parece que depois que a ditadura militar aboliu o ensino da Sociologia e da Filosofia nas escolas públicas, as pessoas já não conseguem estabelecer uma relação que envolve seu próprio contexto no qual vivem com as idéias alheias que se transformam em pensamento único. Mas, os alunos não têm culpa alguma, eles são tão vítimas como nós professores, pedagogos e diretores que a todo tempo sofremos com a opressão.
Preciso que entendam que o Estado tampouco é o problema, na verdade ele é a solução, o problema se enraíza na diminuição do Estado quando este se retira do espaço público aumentando, assim, a importância do bem privado que exclui a camada da população que precisa dos serviços do Estado para sobreviver. Quando legamos o dever do Estado somente a sua administração, deixamos um grande espaço para as empresas que só tem compromissos com os rendimentos do capital investido, são eles que tomam a frente do Estado e transformam a miséria do povo em uma mercadoria muito rentável que produz lucros enormes e, também, proporciona a “lavagem do dinheiro sujo”. Deste modo, retira a obrigação do Estado que é proporcionar as condições básicas para a manutenção da vida de seus cidadãos. É através do discurso da péssima administração Estatal que a classe dominante obriga os administradores do Estado a “conceder a licença para fornecer serviços a população”, sabemos que este “favor” não vem de graça, o capital aplicado quer retorno, e é pelas verbas públicas vindas do Estado que as empresas privadas superfatura os serviços concedidos ao Estado e, assim, garante o dinheiro investido (LUCRO) que se alimenta da pobreza de grande parte da população pobre.
Esta é a perspectiva que tenho acerca do contexto no qual vivo e que tentei transmitir aos meus alunos, apesar de achar que não fui bem sucedido continuarei nesta profissão de professor por acreditar que a revolução só se realizará quando as pessoas tomarem consciência da injustiça na qual estão submetidas e, assim, criar possibilidades para revoltar e lutar pela melhoria da vida em todos os âmbitos de nossa sociedade.
OBS: É bom lembrar que amanhã tem no centro do rodaviva o delegado Protógenes, assista e entenderá um pouco mais o que se passa atrás das curitinas que esconde os crimes cometido pelas classes dominantes. Assitam pela TV CUltura ou pelo site www.tvcultura.com.br/rodaviva às 22:10 da noite de segunda-feira dia 22/12/2008.
O blog tem o intuito de tentar levar a você uma perspectiva diferente e causar discussão e debate de idéias, contribua, comente.
Redução do consumo individual, adianta e influi na diminuição da destruição do Planeta?
Bom, a uns dias atrás assisti pela TV um cidadão fazendo uma palestra sobre redução do consumo individual como proposta para diminuir a destruição do Planeta e, também, a influência dessa atitude individual perante as outras pessoas.
Então, surgiram algumas questões que estão atormentando minha tranquilidade, como pode acontecer uma diminuição do consumo se a cada dia somos bombardeados por novas informações que nos empurram e nos convence a jogar fora coisas que ainda são úteis para que possamos comprar novas coisas que nos satisfaça momentaneamente.
Mas, este não é o problema principal como veremos mais adiante, no entanto, a diminuição do consumo já está acontecendo, nesta crise que o capitalismo está sofrendo é um problema de produção vs consumo, com os valores pagos para a produção de um produto qualquer pelo método da mais-valia não é possível vender este produto produzido, pois, não há quem compre porque o dinheiro que os trabalhadores recebem é sómente para sua sobrevivência que não inclui a compra de bens de consumo. Para que os produtos produzidos possam ser consumidos é preciso que as instituições financeiras emprestem dinheiro (fictício) para que as pessoas possam comprar os bens que eles próprios produziram e, assim, faça rodar a roleta do cassino chamado Economia. E quando já não é mais possível continuar emprestando para comprar e pagando as dívidas anteriores, ou seja, é o não recebimento do dinheiro que os bancos não tinham mais emprestaram aos trabalhadores que é o grande causador da crise financeira em que vivemos.
Bom, depois desse adendo pretendo colocar o real problema em que percebi na palestra do cidadão (que não lembro o nome) acerca da redução do consumo individual.
Primeiro, as atitudes individuais dentro de uma sociedade elas só dizem respeito ao espaço privado do indivíduo, ou seja, sua casa, dentro de uma sociedade é no espaço público que temos que resolver nossos problemas através do diálogo e do debate, porém, sei muito bem que esse contexto já não se encaixa na nossa sociedade atual que tem como primazia o Espaço privado que invade cada dia mais o espaço público. A proposta de diminuição do consumo individual é uma atitude dos sujeitos enquanto indivíduos que não interfere necessariamente na mudança de uma sociedade de massas. É através do espaço público (rua: lugar onde nos relacionamos com os outros semelhantes e deixamos de ser indivíduo) que poderemos exigir mudanças que altere a estrutura da nossa sociedade, como os movimentos de massas que eram comum em todo século XX.
A invasão do espaço privado que diminuiu o tamanho do espaço público fez com que chegassemos ao um conceito nunca antes visto, que é o conceito de Sociedade de Massas SOLITÁRIAS, isto é, uma sociedade que só se identífica como uma sociedade de compradores individuais que se alienou do mundo ao ponto de não se importar mais com ele, como se fosse possível viver em outro.
A minha resposta a pergunta do texto é NÃO e SIM. Não é possível conter a destruição do mundo de modo individual, isso não quer dizer que o consumo individual ao ser diminuido não gere mudanças, e sim, que essa atitude de diminuir o consumo individual deve ser sómente a primeira ação do homem rumo a uma mudança mais radical. Sómente através da auto-destrição que o próprio sistema capitalista tem como semente dentro de si mesmo (como diria KARL MARX) e a retomada do espaço público como meio para que possamos debater e resolver problemas, é que poderiamos salvar a vida do Planeta.
OBS: Para cada saco de lixo que nós indivíduos produzimos é preciso outros 70 sacos de lixos para fazer este que você leva à esquina todo dia.
OBS2:Incrível o salto de acessos que este blog teve nos últimos dias, isso me deixou muito feliz e me deu animo para voltar a escrever.
Liberdade ao debate de idéias.
Eleições, cegueira e alienação.
Hoje, dia 05/10/2008, o povo brasileiro escolhe as pessoas que – em tese – representarão seus interesses por mais 4 anos, na máquina estatal. É um dia especial, (para Rousseau) é o único dia em que somos realmente livres, eu também acredito nisso caso não haja pressão ou manipulação dos resultados, é hoje o dia em que temos que dar uma resposta a essa cúpula que domina e exerce o poder. No entanto, sabemos que os votos nem sempre representam a verdadeira vontade de um povo, mas podemos ver os reflexos de um fenômeno que vem de outras eleições, o consenso geral de que os POLÍTICOS são corruptos e a APATIA frente a situação política que vive o País hoje.
Este é o resultado do esquecimento em que vivemos, somos em 729 dias (dois anos) CONSUMIDORES e apenas UM dia a cada dois anos é que somos lembrados de nossas responsabilidades como cidadãos, e somente neste dia é que somos lembrados de nossa importância dentro de um contexto político. É, sómente em dia de eleições que “lembramos” que vivemos em uma sociedade que nos obriga a exercer nosso papel de cidadão e SUJEITO que decide sua própria história. Sabemos que na prática não é isso o que acontece, é incrível o poder que a midia tem para eleger certos candidatos e derrotar outros, e como é que pessoas que vivem em plena miséria possam adotar o pensamento desta “elite” que comanda este país.
Eu acredito que um dos fatores da apatia geral da população brasileira pela política seja a falta de identidade do próprio povo brasileiro, que a cada dia mais nos é arrancado as tradições à qual nos identificamos como povo para substituir por uma cultura de consumidores, que se reconhecem naquilo que “possuem” (ter é ser), ou seja, nossa tradição é volatizada, aquilo que nos era sólido está se desfazendo conforme se dá a substituição de nossa identidade como povo-nação. Outro fator é a aceitação da ordem vigente, nós saimos de anos (DÉCADAS 60/70/80) de muito sangue brasileiro derramado, e que consiguiu calar e alienar a grande maioria das pessoas, este silêncio que nos foi imposto é através do pensamento de que não era possível derrubar a ditadura militar, este é o mesmo pensamento que reina hoje, nos parece muito difícil mudar o contexto político corrupto de nossa democracia. A mesma ética estóica reina em nosso povo, me parece que estamos cansados de ser constantemente derrotados e calados, que aceitamos nossas derrotas e acreditamos mesmo que o melhor seja não participar para não cometer os mesmos atos de nossos inimigos.
É uma situação que me dá tristeza e vergonha, por ter quase todos os meus movimentos amarrados em algo que não me liberta e que não me aparece, é como uma corda invisível que nos prende sem saber onde estamos amarrados, para a real transformação é preciso tentar ver a que estamos presos, sem enxergar nossa real condição continuaremos encarcerados e derrotados.
Quando o “entretenimento” deixa de ser diversão, e passa a ser manipulação de massas.
Ontem por acaso, em meio à conversas na sala de casa, a Tv estava ligada justamente na novela (folhetim) das oito (horário de maior audiência). Nos momentos em que terminavamos os assuntos, eu prestava a atenção na novela, lembrando de quando era adolescente, assistia a algumas novelas (como um jóvem comum), e me dava conta, que sempre hávia uma conexão com alguns personagens (de bom caráter) em relação aos produtos que estes utilizavam (as novelas também como veículo para a divulgação de algum produto ou propaganda deste). Bom, tendo em vista que, um produto cultural (no caso do folhetim) precisa de verbas para se manter, é até “aceitável”, porém, o que vi ontem não foi a divulgação de um produto (coisa), e sim, una propaganda ideológica referente aos interesses da classe dominante.
É inadimissível que um veículo de comunicação de massa, manipule seus telespectadores, levando em conta que, as novelas tem o caráter de divertir (entreter o telespectador), e não formar opiniões de maneira obscuras, colocando idéias de cunho político na boca de seus personagens, me refiro a campanha - que uma personagem da novela das oito da TV GLOBO – chamada de “BASTA!”, movimento (que se desenvolve na ficcão) que se diz ‘apolítico’ e ‘apartidário’ que representa a sociedade brasileira. Para mim, está claro o movemento de manipulação, este movimento “BASTA!” MOVIMENTO FICCIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE QUER UM BASTA PARA OS PROBLEMAS POLÍTICOS DO PAÍS, é referência ao moviemento político real da SOCIEDADE PAULISTANA que se chama “CANSEI!”, movimento que realizou atos de protestos, formado em grande parte pela “elite” paulistana, em meados de setembro ou outubro do ano passado.
Até quando será permitido, que um veículo de comunicação que chega a quase todos os lares brasileiros, tenha a “liberdade” para manipular seus telespectadores, com a desculpa que não pode ser censurado, pois a censura é algo antidemocrático? E lembrando que, são as mesmas pessoas que estavam à favor da censura na ditadura militar (64/84).
Antidemocrático é inventar notícias, com a intenção de confundir o entendimento das pessoas, antidemocrático é utilizar de meios ilícitos para impor uma ideologia, de modo que o cidadão que assiste, não consegue ter uma distinção dos fatos que ocorrem (real/ficção). É preciso criar um órgão que fiscalize tudo que é divulgado nos meios de comunicação, e impor grandes multas para aqueles que desrespeitam as leis.
Alta de preço dos alimentos. Salve-se quem puder.
Bom há um tempo que venho me decepcionando com o nosso presidente o antes respeitável Sr. Luis Inácio Lula da Silva, e hoje servo do capital financeiro. É com muito desagrado que manifesto minha indignação a cerca de “nossa” vontade infinita de imitar nosso primo rico (USA). O Brasil junto com os Estados Unidos da América são os principais culpados pela repentina alta de preços dos alimentos, e o irracionalismo do racionamento de arroz, em diferentes partes do mundo. Qual é o problema? Justamente, a tentativa de manter o mercado funcionando a qualquer custo, transformando os alimentos (que necessitamos para viver) em alimento para coisas, ou seja, combustível de máquinas. São os BIOcombustíveis os responsáveis pela alta de preços dos alimentos. Como retirar comida de grande parte da população para manter funcionando algumas máquinas, qual é a justificativa ética para isso?
Temos em nosso país, uma grande área que poderia ser destinada a alimentação de todos os brasileiros, isso não acontece, pelo fato de que, o governo prefere o superáfit primário em suas contas que, investir em agricultura familiar, tendo em vista que, é através da agricultura familiar (pequeno agricultor) que é produzido os alimentos consumidos por grande parte dos brasileiros. A preferência pela monocultura faz com que, o Brasil, produza matéria-prima para exportação, sendo que, importa o produto final (industrializado), como acontecia a 50 anos à traz, quando o Brasil era desindustrializado.
Como é possível um governo que se diz de esquerda, não só produzir como incentivar a implementação dos biocombustíveis na Africa, Ásia e América, sendo que, são esses os países que mais sofrem e sofrerão com a falta e aumento dos preços dos alimentos. Onde queremos chegar? No aniquilamento total da raça humana? Não vejo saída para nossa espécie (e nosso planeta) se continuarmos trocando alimentos por combustível, que só alimentará as guerras por comida e água. Combustível esse que destrói o planeta, tanto indiretamente (no caso do aumento de preços dos alimentos com os biocombustíveis) e diretamente (com a emissão de gazes poluentes que destroem a possibilidade de vida na terra).
Vivemos em um período de transição, devemos escolher nosso caminho. Ou fingimos que não existe nenhum problema, e vivemos no máximo mais 50 anos no ritmo frenético de exploração ou nós mudamos todo o sistema em que vivemos com fins na permanência e preservação da vida na Terra.
Me parece que a primeira alternativa esta mais próxima. Me falta esperança, mais tomara que eu esteja errado, torço para isso, precisamos despertar de “nossos sonhos”, não existe desenvolvimento ou progresso, nos mentiram quando prometeram LIBERDADE, FRATERNIDADE E IGUALDADE, o pilar da idade moderna esta ruindo e salve-se quem puder.
Um dos problemas do homem moderno
Após algumas reflexões tentarei esboçar o problema que consigo perceber no homem moderno, o primeiro deles é a coisificação do mundo, ou seja, a relações dos homens estabelecidas por valores ditados pelo mercado, a outra é a impossibilidade de fundamentar novos valores, o problema de estabelecer novos princípios éticos para reger a inter-subjetividade.
Lembrando que este blog visa entender o que acontece com os homens, quando estes, são bombardeados de informações que o confundem induzindo-o ou até mesmo a imposição ao homem moderno de valores que tem o único fundamento, o mercado (relação pela qual o homem troca seus bens com outros). Já que a relação dos homens, ou seja, a inter-subjetividade se efetiva na troca de bens e não mais numa ética, tudo que entra nesta relação é coisificado, tudo passa a ter valor monetário, abolindo assim a esfera do sagrado da relação humana ocidental.
Além da coisificação do mundo temos outro problema que está diretamente relacionado a este e pode ter sido ele quem gerou a coisificação do mundo, o problema da fundamentação dos valores morais do homem moderno. Lembrando que para fundamentar uma ética (lembre que ética vem do termo grego ÉTHOS que é traduzida por “morada”, abrigo ou também costume, é por esta “morada” que o homem estabelece seus princípios para sua práxis no relacionamento com outros homens, é este o seu fundamento), é através da herança de uma tradição que fundamentamos nossos valores e nosso modo de agir, ou seja, é na tradição que construímos nossa “morada”, a sustentação de principios para o agir. O problema hoje é que estabelecemos nossos princípios para uma ação, não mais baseada no passado (tradição), e sim, no presente e futuro, é com a idéia de que precisamos destruir a tradição para a implementação do novo, que destruímos toda nossa base que nos sustenta. Essa não aceitação dos princípios vigentes teve origem na Grécia Antiga de Sócrates, é este personagem o primeiro a colocar em dúvida os valores que sustentavam as relações dos homens na Pólis, com isso, ao analisar a tradição a luz da razão, ele acaba por destruí las, já que é algo que pertence a esfera do sagrado, e a partir do momento que o homem toca o sagrado ele já está o profanizando, ou seja, perde seu valor de algo intocável.
É com a idéia de repensar a idéia dos valores éticos que se desenvolve a Filosofia depois de Sócrates, questionando um princípio de cada vez, desencantando a natureza ou em busca da ATÉLHEIA (em grego é traduzida como verdade ou o ato de “retirar o véu” que cobre a coisa desconhecida). É com o fim da crença da existência de um ser absoluto que se torna de uma maneira quase que impossível uma nova fundamentação de valores ético (nos moldes da moral). Com isto, acabamos por nos encontrar em um niilismo ético onde é necessário que o mercado (capital) dite as normas ou valores que os indivíduos devem adotar para o estabelecimento de suas relações.
Para resolver este existe dois caminhos, o caminho que percorreu Hegel, e o caminho que percorreu Nietzsche, acredito eu ser o caminho Nietzschiano o mais viável, mas pelo pouco de conhecimento que tenho ainda não poderei esboçar a tentativa deste autor.
Não exite aqui de maneira nem um, um posicionamento conservador ou contrareacionário, só estou indentificando o problema pelo qual estamos afundados, acredito que a saída Nietzschiana é a mais viável, ele tenta destruir por completo os valores vigentes, para reestabelecer-los não mais fundados na ética, e sim, em princípios estético, ele tira a razão do centro das relações humanas (já que a ética é de carater racional) para fundamentar seus princípios de valores nos sentidos ou melhor na vontade (a arte tem um papel fundamentel nesta teoria).
***Este texto contém muitos erros, é só uma tentativa de tentar demonstrar em uma maneira mas fácil a problemática que consigo perceber da atualidade e fazer com que as pessoas busquem mais informãções acerca deste assunto. Ainda me falta muito para estudar acerca deste tema. Lembrando que esse assunto é demasiado complexo para se resumir nestas poucas linhas, há pessoas que dedicaram toda sua vida a debater este assunto e morreram sem resolver este problema. Acho até que exista alguns erros meus de compreensão mas com o debate espero poder clarear e ordenar meus pensamentos.
O MAIS IMPORTANTE É DEBATER. COMENTEM!