Archive for the ‘Soberania Popular’ Category
Uma “outra” análise sobre o crescimento da economia brasileira
Bom, neste post me proponho a analisar o crescimento da economia brasileira nos dois governos do presidente Lula. Resolvi escrever está análise depois de ler um artigo de um professor francês chamado Serge Latouche, o título do artigo é “La opción del decrecimento”, este sintetiza de forma brilhante a problemática do crescimento econômico e sua viabilidade. É com base neste artigo que pretedo expor a minha análise, usarei da dialética para expor os pensamentos anteriores e sucessores à leitura deste artigo visando uma melhor compreenção do cenário brasileiro.
Há um tempo atrás, quando estourou a crise imobiliária nos estados unidos, o governo Lula anunciou algumas medidas de combate à crise financeira, são elas: diminuição do IPI (imposto sobre produtos industrializados), esse imposto era revertido às cidades para investimentos nas áreas sociais como educação, moradia e saúde; outra proposta foi diminuir os juros que fornecem os parâmetros para o cálculo das taxas de juros cobrados pelo mercado – principalmente os rendimentos dos títulos da dívida pública, fazendo com que diminua, consecutivamente, à dívida interna e também diminui os rendimentos dos empresários (leia-se: agiotas); e o aumento dos investimentos voltados para a construção civil, buscando aumentar a criação de empregos neste setor; o governo ao invés de “ajudar” aos cidadãos a saldarem suas dívidas e impedir as demissões nos centros industriais, o governo resolveu seguir o exemplo americano e destinou verbas públicas para “salvar” bancos e fábricas, sabemos que os “empresários” aproveitam os tempos de crise para demitir a mão-de-obra excedente em nome de uma possível “falência” agravando assim a conta de quem realmente paga pela crise, os trabalhadores.
Depois de expor as medidas do governo brasileiro para solucionar a crise financeira que ronda o nosso país e o mundo, é meu dever colocar a questão: Qual é o país que queremos para as futuras gerações? Um país “desenvolvido” ou “rico” que inclua seus compatriotas no mercado de consumo, porém, exclua os países que ainda não alcançaram o patamar de “desenvolvimento”? Ou queremos um país (Planeta Terra) onde todos os homens possam viver em situações dignas que proporcione alimentação, moradia e saúde para TOD@S? Já não é mais possível seguir o exemplo americano e europeu de desenvolvimento, o planeta não comporta mais CRESCIMENTO econômico, temos que pensar uma economia que não tenha como meta (finalidade) aumentar seu mercado para “desenvolver” o país e “subdesenvolver” os outros.
Deste modo, o autor Serge Latouche coloca a possibilidade de pensar em uma economia que tem como meta o “decrescimento”, isso não significa crescimento negativo, deve ser entendido como uma outra forma de pensar uma economia que seja compatível com cada lugar (região), assim, retira a universalidade da economia e coloca a criatividade humana para pensar uma economia que inclua a todos (não como consumidores) sem degradar o nosso habitat natural.
Esta busca por uma outra economia que seja alternativa para a manutenção da vida na terra, não só tem o intuito de romper com os dogmas criados pelo capitalismo, como coloca a questão do “progresso” da civilização, o avanço da burocracia, da tecnologia, da segurança, esses fatores melhoraram a vida da totalidade das sociedades? Quem realmente se beneficiou deste progresso de controle da sociedade seja pela técnica ou pela burocracia?
Portanto, a pergunta qual “desenvolvimento” queremos deve ser acompanhada com a questão da real possibilidade de um progresso para todos, assim, somos levados a questionar se o erro está no projeto de progresso que queremos ou se realmente queremos o “progresso”, não há outra saída e estamos fadados a ter que seguir pensando com a mesma lógica que mantém o sistema vigente?
OBS: a novidade deste blog ainda está sendo preparada, fiquem atentos…
¿LATINO AMÉRICA ES UN PUEBLO AL SUR DE ESTADOS UNIDOS?
Olá a todos os companheiros (as) que as vezes passam por aqui. Hoje nao escreverei nenhum artigo pois acredito que esta música fala muito melhor sobre o processo de mudança em que estamos vivendo
A música é de um grupo chileno que se chama Los Prisioneros e o nome da música é LATINO AMÉRICA ES UN PUEBLO AL SUR DE ESTADOS UNIDOS. Nós, latinos americanos, estamos em um momento muito especial de mudança radical, este fenômeno surge com a eleiçao de Hugo Chaves em 1988 e depois de 11 anos o povo Boliviano sigue dando continuidade a este processo de mudança/esperança em uma real democracia onde o povo é aquele quem Governa e, nao somente, tem o Poder.
É respirando este novos ares que escutei esta música, depois de um bom tempo sem escutá-la. O caminho a total liberdade daqueles que nos exporaram, humilharam nossos antepassados, e ainda humilham nossos pais e irmaos, é difícil mas estamos em um processo que ventos favoráveis sopram ao nosso lado. Ventos que nos trazem a oportunidade de, pela primeira vez na história desta terra, poder tomar decisoes sem a intervençao de um agente externo, antes os europeus agora os grigos. Deste modo, o povo boliviano aprovou a nova constituiçao que os ajudará a manter o processo revolucionário que vive este povo/continente. Outra demonstraçao de força foi a revisao da dívida exterma de Equador feita por Rafael Correa, o Equador tem como principal agiota o Brasil, sim este país que apesar da dura luta que temos contra o imperialismo Yanque seguimos sendo uma potência imperialista na América do Sul.
OBS: EU NAO ESTOU ATUALIZANDO ESTE BLOG PORQUE ESTOU VIAJANDO, NESTE MOMENTO, ESTOU EM GUADALAJARA RUMO A CIDADE DO MÉXICO.
Aqui vai a letra da música, aproveitem para baixá-la.
LATINO AMÉRICA ES UN PUEBLO AL SUR DE ESTADOS UNIDOS
Para turistas, gente curiosa
es un sitio exótico para visitar
Es solo un lugar económico
pero inadecuado para habitar
Les ofrecen Latinoamérica
el Carnaval de Río y las ruinas Aztecas
gente sucia vagando en las calles
dispuesta a venderse por algunos USA dolars
Nadie en el resto del planeta toma en serio
a este inmenso pueblo lleno de tristeza
Se sonríen cuando ven que tiene veintitantas banderitas
cada cual mas orgullosa de su soberanía
que tontería
dividir es debilitar
Las potencias son los protectores
que prueban sus armas en nuestras guerrillas
ya sean rojos o rallados
a la hora del final no hay diferencia
invitan a nuestros líderes
a vender su alma al diablo verde
inventan bonitas siglas
para que se sientan un poco mas importantes
Y el inocente pueblo de Latinoamérica
llorará si muere Ronald Reagan o la reina
y le sigue paso a paso la vida a Carolina
como si esa gente sufriera de subdesarrollo
Estamos en un hoyo
Parece que en realidad
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Para que se sientan en familia
copiamos sus barrios a su estilo de vida
We try to talk in the jet set language
para que no nos crean incivilizados
Cuando visitamos sus ciudades
nos fichan y tratan como a delincuentes
Rusos, Ingleses, Gringos, Franceses
se ríen de nuestros novelescos directores.
Somos un pueblito tan simpático que todos
nos ayudan si se trata de una guerra armar
Pero esa misma cantidad de oro la podrían dar
para encontrar la solución definitiva al hambre
Latinoamérica es grande
debe aprender a decidir
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos
Redução do consumo individual, adianta e influi na diminuição da destruição do Planeta?
Bom, a uns dias atrás assisti pela TV um cidadão fazendo uma palestra sobre redução do consumo individual como proposta para diminuir a destruição do Planeta e, também, a influência dessa atitude individual perante as outras pessoas.
Então, surgiram algumas questões que estão atormentando minha tranquilidade, como pode acontecer uma diminuição do consumo se a cada dia somos bombardeados por novas informações que nos empurram e nos convence a jogar fora coisas que ainda são úteis para que possamos comprar novas coisas que nos satisfaça momentaneamente.
Mas, este não é o problema principal como veremos mais adiante, no entanto, a diminuição do consumo já está acontecendo, nesta crise que o capitalismo está sofrendo é um problema de produção vs consumo, com os valores pagos para a produção de um produto qualquer pelo método da mais-valia não é possível vender este produto produzido, pois, não há quem compre porque o dinheiro que os trabalhadores recebem é sómente para sua sobrevivência que não inclui a compra de bens de consumo. Para que os produtos produzidos possam ser consumidos é preciso que as instituições financeiras emprestem dinheiro (fictício) para que as pessoas possam comprar os bens que eles próprios produziram e, assim, faça rodar a roleta do cassino chamado Economia. E quando já não é mais possível continuar emprestando para comprar e pagando as dívidas anteriores, ou seja, é o não recebimento do dinheiro que os bancos não tinham mais emprestaram aos trabalhadores que é o grande causador da crise financeira em que vivemos.
Bom, depois desse adendo pretendo colocar o real problema em que percebi na palestra do cidadão (que não lembro o nome) acerca da redução do consumo individual.
Primeiro, as atitudes individuais dentro de uma sociedade elas só dizem respeito ao espaço privado do indivíduo, ou seja, sua casa, dentro de uma sociedade é no espaço público que temos que resolver nossos problemas através do diálogo e do debate, porém, sei muito bem que esse contexto já não se encaixa na nossa sociedade atual que tem como primazia o Espaço privado que invade cada dia mais o espaço público. A proposta de diminuição do consumo individual é uma atitude dos sujeitos enquanto indivíduos que não interfere necessariamente na mudança de uma sociedade de massas. É através do espaço público (rua: lugar onde nos relacionamos com os outros semelhantes e deixamos de ser indivíduo) que poderemos exigir mudanças que altere a estrutura da nossa sociedade, como os movimentos de massas que eram comum em todo século XX.
A invasão do espaço privado que diminuiu o tamanho do espaço público fez com que chegassemos ao um conceito nunca antes visto, que é o conceito de Sociedade de Massas SOLITÁRIAS, isto é, uma sociedade que só se identífica como uma sociedade de compradores individuais que se alienou do mundo ao ponto de não se importar mais com ele, como se fosse possível viver em outro.
A minha resposta a pergunta do texto é NÃO e SIM. Não é possível conter a destruição do mundo de modo individual, isso não quer dizer que o consumo individual ao ser diminuido não gere mudanças, e sim, que essa atitude de diminuir o consumo individual deve ser sómente a primeira ação do homem rumo a uma mudança mais radical. Sómente através da auto-destrição que o próprio sistema capitalista tem como semente dentro de si mesmo (como diria KARL MARX) e a retomada do espaço público como meio para que possamos debater e resolver problemas, é que poderiamos salvar a vida do Planeta.
OBS: Para cada saco de lixo que nós indivíduos produzimos é preciso outros 70 sacos de lixos para fazer este que você leva à esquina todo dia.
OBS2:Incrível o salto de acessos que este blog teve nos últimos dias, isso me deixou muito feliz e me deu animo para voltar a escrever.
Liberdade ao debate de idéias.
Eleições, cegueira e alienação.
Hoje, dia 05/10/2008, o povo brasileiro escolhe as pessoas que – em tese – representarão seus interesses por mais 4 anos, na máquina estatal. É um dia especial, (para Rousseau) é o único dia em que somos realmente livres, eu também acredito nisso caso não haja pressão ou manipulação dos resultados, é hoje o dia em que temos que dar uma resposta a essa cúpula que domina e exerce o poder. No entanto, sabemos que os votos nem sempre representam a verdadeira vontade de um povo, mas podemos ver os reflexos de um fenômeno que vem de outras eleições, o consenso geral de que os POLÍTICOS são corruptos e a APATIA frente a situação política que vive o País hoje.
Este é o resultado do esquecimento em que vivemos, somos em 729 dias (dois anos) CONSUMIDORES e apenas UM dia a cada dois anos é que somos lembrados de nossas responsabilidades como cidadãos, e somente neste dia é que somos lembrados de nossa importância dentro de um contexto político. É, sómente em dia de eleições que “lembramos” que vivemos em uma sociedade que nos obriga a exercer nosso papel de cidadão e SUJEITO que decide sua própria história. Sabemos que na prática não é isso o que acontece, é incrível o poder que a midia tem para eleger certos candidatos e derrotar outros, e como é que pessoas que vivem em plena miséria possam adotar o pensamento desta “elite” que comanda este país.
Eu acredito que um dos fatores da apatia geral da população brasileira pela política seja a falta de identidade do próprio povo brasileiro, que a cada dia mais nos é arrancado as tradições à qual nos identificamos como povo para substituir por uma cultura de consumidores, que se reconhecem naquilo que “possuem” (ter é ser), ou seja, nossa tradição é volatizada, aquilo que nos era sólido está se desfazendo conforme se dá a substituição de nossa identidade como povo-nação. Outro fator é a aceitação da ordem vigente, nós saimos de anos (DÉCADAS 60/70/80) de muito sangue brasileiro derramado, e que consiguiu calar e alienar a grande maioria das pessoas, este silêncio que nos foi imposto é através do pensamento de que não era possível derrubar a ditadura militar, este é o mesmo pensamento que reina hoje, nos parece muito difícil mudar o contexto político corrupto de nossa democracia. A mesma ética estóica reina em nosso povo, me parece que estamos cansados de ser constantemente derrotados e calados, que aceitamos nossas derrotas e acreditamos mesmo que o melhor seja não participar para não cometer os mesmos atos de nossos inimigos.
É uma situação que me dá tristeza e vergonha, por ter quase todos os meus movimentos amarrados em algo que não me liberta e que não me aparece, é como uma corda invisível que nos prende sem saber onde estamos amarrados, para a real transformação é preciso tentar ver a que estamos presos, sem enxergar nossa real condição continuaremos encarcerados e derrotados.
Quando o “entretenimento” deixa de ser diversão, e passa a ser manipulação de massas.
Ontem por acaso, em meio à conversas na sala de casa, a Tv estava ligada justamente na novela (folhetim) das oito (horário de maior audiência). Nos momentos em que terminavamos os assuntos, eu prestava a atenção na novela, lembrando de quando era adolescente, assistia a algumas novelas (como um jóvem comum), e me dava conta, que sempre hávia uma conexão com alguns personagens (de bom caráter) em relação aos produtos que estes utilizavam (as novelas também como veículo para a divulgação de algum produto ou propaganda deste). Bom, tendo em vista que, um produto cultural (no caso do folhetim) precisa de verbas para se manter, é até “aceitável”, porém, o que vi ontem não foi a divulgação de um produto (coisa), e sim, una propaganda ideológica referente aos interesses da classe dominante.
É inadimissível que um veículo de comunicação de massa, manipule seus telespectadores, levando em conta que, as novelas tem o caráter de divertir (entreter o telespectador), e não formar opiniões de maneira obscuras, colocando idéias de cunho político na boca de seus personagens, me refiro a campanha - que uma personagem da novela das oito da TV GLOBO – chamada de “BASTA!”, movimento (que se desenvolve na ficcão) que se diz ‘apolítico’ e ‘apartidário’ que representa a sociedade brasileira. Para mim, está claro o movemento de manipulação, este movimento “BASTA!” MOVIMENTO FICCIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE QUER UM BASTA PARA OS PROBLEMAS POLÍTICOS DO PAÍS, é referência ao moviemento político real da SOCIEDADE PAULISTANA que se chama “CANSEI!”, movimento que realizou atos de protestos, formado em grande parte pela “elite” paulistana, em meados de setembro ou outubro do ano passado.
Até quando será permitido, que um veículo de comunicação que chega a quase todos os lares brasileiros, tenha a “liberdade” para manipular seus telespectadores, com a desculpa que não pode ser censurado, pois a censura é algo antidemocrático? E lembrando que, são as mesmas pessoas que estavam à favor da censura na ditadura militar (64/84).
Antidemocrático é inventar notícias, com a intenção de confundir o entendimento das pessoas, antidemocrático é utilizar de meios ilícitos para impor uma ideologia, de modo que o cidadão que assiste, não consegue ter uma distinção dos fatos que ocorrem (real/ficção). É preciso criar um órgão que fiscalize tudo que é divulgado nos meios de comunicação, e impor grandes multas para aqueles que desrespeitam as leis.
Final de Semana marcado pela Luta da Via Campesina e suas mulheres
Depois de algum tempo se postar*, abro um espaço aqui neste blog temático, para me apresentar totalmente favorável a LUTA das mulheres da Via Campesina em todo o país, com muita coragem, sabedoria e ação, estas bravas mulheres, invadiram o laboratório de experimentos de milho transgênico da Monsanto no estado de São Paulo, lembrando que foi liberado foi liberado pelo governo LULA a comercialização de alimentos transgênicos no Brasil. O movimento realizou diversas manifestações simultâneas em todo o país, na embaixada da Suiça (por ser o país de origem da Stora-Enso) no Rio de Janeiro, também houve manifestações em frente a sede da Syngenta como em outros diferentes lugares marcando a JORNADA NACIONAL DE LUTAS DA VIA CAMPESINA.
Eu apóio incondicionalmente as ações realizadas pela Via Campesina por estar de acorde em que a legalização do milho transgênico é um ato contra a soberania do povo brasileiro, já que coloca nas mãos das grandes empresas, a manipulação das sementes, isso leva aos diversos problemas que são indentificados como desrtos verdes, ou seja, a implementação de monocultura que causa a destruição da biodiversidade ambiental, e também, os possíveis males ainda não comprovados que sementes geneticamente modivicados podem trazer a saúde humana. Todavia, é a causa do exôdo rural, tendo em vista que, a manipulação das sementes pelas empresas, torna inviável o plantio de alimento orgânicos pelos pequenos trabalhadores rurais (já que elas controlaram os preços das sementes), e sabemos que as necessidades de alimentos do país é suprida pela agricultura familiar que produz o alimento para o consumo interno, a monocultura já é hoje quase toda voltada para exportação e produção de biocombustíves, caso a agricultura familiar se torne inviável, o preço dos alimentos subirá, apesar de que isso já acontece pelo excesso de latifundios e priorização do cultivo de uma espécies em larga escala.
É por estes e muitos outros motivos que abro um espaço em meu blog para manifestar o meu apoio à luta da Via Campesina e o importante papel realizado pelas corajosas mulheres que se organizaram e lutam.
Aqui está o link do MANIFESTO DAS MULHERES DA VIA CAMPESINA DO RIO GRANDE DO SUL, o site é o http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2008/03/413625.shtml
O SEU COMENTÁRIO É MUITO IMPORTANTE.
*No próximo post, retornaremos ao tema do blog, e será sobre os fundamentos dos princípios do homem moderno, uma tentativa de explicar o porque que com o fim da tradição ou da esfera do sagrado no ocidente, isso contribui para o enfraquecimento do indivíduo perante sua cultura e os problemas desse novo modo de vida.